Jogos Olímpicos

Tóquio 2020. Skaters Sky Brown e Hokona Hiraki são as mais jovens medalhadas dos últimos 85 anos

USA TODAY USPW

A japonesa Hokona Hiraki, de 12 anos, conquistou a medalha de prata enquanto a britânica Sky Brown, de 13, alcançou a de bronze.

Uma tem 13 anos e outra tem 12. O pódio da modalidade de skate park feminino – uma estreia nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 – tem duas das mais jovens galardoadas dos últimos 85 anos. Tanto Sky Brown como Hokona Hiraki bateram também vários recordes dentro das próprias equipas.

Assim que pisaram a pista de skate park, ambas as atletas passaram a ser as mais jovens de sempre das respetivas equipas. Aos 12 anos, Hokona Hiraki conquistou a medalha de prata e Sky Brown, de 13, a de bronze.

Se uma das duas atletas tivesse conquistado o ouro, passariam a ser as atletas mais novas de sempre a vencer uma prova das Olimpíadas. Mas esse recorde continua a ser detido pela americana Marjorie Gestring, na altura com 13 anos, que conquistou o primeiro lugar nas competições de trampolim de 1936.

O ouro da prova de skate park feminino foi conquistado por Sakura Yosozumi, de 19 anos com uma pontuação de 60,09 pontos.

Com 13 anos e 28 dias, Sky Brown substitui Sarah Hardcastle como a mais jovem britânica a ser medalhada. Em 1984, Sarah Hardcastle conquistou as medalhas de prata e bronze nas Olimpíadas de Los Angeles aos 15 anos e 113 dias. Sky Brown foi ainda a mais jovem atleta a representar a equipa britânica, roubando o recorde de 93 anos a Margery Hinton.

Na edição de Tóquio 2020, a mais nova atleta de dos Jogos Olímpicos tinha apenas 12 anos. A síria Hend Zaza competiu na modalidade de ping pong, sendo a mais nova atleta desde 1992. Hend Zaza foi eliminada no primeiro jogo.

ACOMPANHE O ESPECIAL JOGOS OLÍMPICOS

A SIC EM TÓQUIO

VEJA MAIS:

  • Vamos falar de jejum: era capaz de ficar 16 horas por dia sem comer?

    País

    O jejum intermitente é um regime alimentar que impõe um período de restrição alimentar. Existem vários modelos, mas o mais conhecido é dividido em 16 horas de jejum e oito horas em que pode comer livremente. Os especialistas reconhecem benefícios nesta prática, mas afirmam que a investigação científica ainda é escassa.

    Exclusivo Online

    Filipa Traqueia