Jogos Paralímpicos

Marcelo felicita canoísta Norberto Mourão pelo bronze nos Jogos Paralímpicos de Tóquio

Miguel A. Lopes

O secretário de Estado da Juventude e do Desporto considera que Portugal viveu "um dia histórico" com a conquista de uma medalha de bronze nos Jogos Paralímpicos.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, felicitou este sábado o canoísta Norberto Mourão pela conquista da medalha de bronze nos 200 metros VL2 nos Jogos Paralímpicos, que estão a decorrer em Tóquio, no Japão.

Em comunicado divulgado no 'site' da Presidência da República, o chefe de Estado "felicita e agradece a Norberto Mourão" pela conquista da medalha de bronze na prova de canoagem 200 metros VL2.

Marcelo Rebelo de Sousa recordou que o também campeão europeu em título conquistou a primeira medalha paralímpica na canoagem para Portugal.

O primeiro-ministro, António Costa, também felicitou o canoísta Norberto Mourão pela conquista da medalhada de bronze em 200 metros VL2 nos Jogos Paralímpicos, que estão a decorrer em Tóquio, no Japão.

"Mais uma medalha para Portugal nos Jogos Paralímpicos de Tóquio! Muitos parabéns ao canoísta Norberto Mourão que conquista a medalha de bronze na final dos 200 metros VL2", escreveu o chefe do executivo português na rede social Twitter.

António Costa também saudou "os atletas e delegação portuguesa" pelos diplomas paralímpicos "já alcançados".

"Foi um dia histórico para a canoagem e para o desporto paralímpico português"

O secretário de Estado da Juventude e do Desporto (SEJD) considerou que Portugal viveu "um dia histórico" com a conquista de uma medalha de bronze nos Jogos Paralímpicos Tóquio2020 e destacou o exemplo dado pelos atletas.

"Foi um dia histórico para a canoagem e para o desporto paralímpico português", afirmou João Paulo Rebelo, pouco depois de ter assistido ao vivo à prova 200 metros VL2, na qual Norberto Mourão conquistou a medalha de bronze.

O governante, que nos últimos dias tem assistido às provas de atletas portugueses em Tóquio, enalteceu "a capacidade de sacrifício e superação dos atletas paralímpicos".

"O Norberto é um bom exemplo disso, é alguém que pela fatalidade de um acidente resolveu pelo desporto fazer o que o desporto sabe fazer bem, que é valorizar-nos enquanto pessoas e, no fundo, dar oportunidades para a inclusão ativa na sociedade", afirmou.

João Paulo Rebelo considerou que numa edição de Jogos Paralímpicos "realizada num período atípico, marcado pela pandemia de covid-19", procurou trazer a Tóquio "a emoção de muitos portugueses", que em condições normais estariam no Japão "a vibrar com a missão portuguesa".

O SEJD lembrou ainda que o ciclo que agora termina foi "muito importante para o desporto paralímpico, porque houve equiparação das bolsas e dos prémios de mérito desportivo".

Mourão, que se estreou em competições paralímpicas, cronometrou 55,365 segundos, ficando a 2,288 do brasileiro Paulo Rufino (53,077), que se sagrou campeão paralímpico com a melhor marca da distância.

O canoísta português, que na quinta-feira conseguiu o apuramento direto para a final, terminou a prova a 316 centésimos de Igor Korobeynikov (55,681), do Comité Paralímpico da Rússia, que foi quarto.

No Sea Forest Waterway, onde há cerca de um mês Fernando Pimenta foi bronze olímpico em K1 1.000 metros, o norte-americano Steven Haxton (55,093) arrecadou a medalha de prata.

Portugal soma duas medalhas de bronze e 19 diplomas nesta edição dos Jogos Paralímpicos.

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