Operação Marquês

Primo de Sócrates rejeita ter sido o seu primeiro testa-de-ferro

Primo de Sócrates rejeita ter sido o seu primeiro testa-de-ferro

José Paulo Pinto de Sousa está acusado de dois crimes de branqueamento e é o penúltimo arguido a ser ouvido pelo juiz Ivo Rosa.

O primo de José Sócrates foi interrogado pela primeira vez no âmbito da Operação Marquês, e negou ter disponibilizado contas para o pagamento de luvas ao antigo primeiro-ministro.

O Ministério Público acusa-o de ter sido o primeiro testa-de-ferro, mas em tribunal o arguido rejeitou a acusação.

Ao que a SIC apurou, José Paulo Pinto de Sousa garantiu ao juiz que todo o dinheiro detetado nas contas que tinha na Suíça diziam respeito a negócios do próprio. Mesmo as quantias que tiveram como origem pagamentos de Hélder Bataglia, na altura presidente da ESCOM.

Ao juiz Ivo Rosa garantiu que os dois milhões que, segundo a acusação foram entregues em numerário a José Sócrates, foram simplesmente depositados nas contas que tinha em Portugal e não tinham como destinatário final o primo.

O primo de José Sócrates está acusado de dois crimes de branqueamento e é o penúltimo arguido a ser ouvido pelo juiz Ivo Rosa. Joaquim Barroca, ex-administrador do Grupo Lena, vai ser ouvido em tribunal a 18 de fevereiro.

Saiba mais sobre a Operação Marquês aqui.