Operação Marquês

“Houve batota na atribuição do processo"

Armando Vara na II Comissão Parlamentar de Inquérito à Caixa Geral de Depósitos

TIAGO PETINGA

Advogado de Armando Vara criticou no debate instrutório da Operação Marquês os procedimentos que em setembro de 2014

O advogado de Armando Vara criticou hoje, no debate instrutório da Operação Marquês, os procedimentos que em setembro de 2014, atribuíram o processo ao juiz Carlos Alexandre.

“Houve batota na atribuição do processo. É um ato da maior gravidade”, disse o advogado Tiago Rodrigues Bastos, que representa o ex-ministro e ex-administrador da Caixa Geral de Depósitos.

Para a defesa de Armando Vara, “não houve uma verdadeira distribuição da Operação Marquês” porque o juiz Carlos Alexandre “já tinha o processo”.

O advogado diz que, à luz das recentes suspeitas de irregularidades nos sorteios no Tribunal da Relação de Lisboa, “o tema é, agora, menos difícil de falar”. “Temos direito em ter o juiz que nos calha na rifa e só dessa forma podemos estar tranquilos com a justiça”.

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