Vacinar Portugal

"Vacinação vai libertar a sociedade". Gouveia e Melo subscreve Costa sobre normalidade no fim do verão

O vice-almirante Gouveia e Melo subscreve o que disse o primeiro-ministro de que a normalidade poderá regressar no final do verão. Por enquanto, admite atrasos na vacinação contra a covid-19 nos próximos dias porque há falta de vacinas.

Há postos de vacinação no país que já não aceitam autoagendamento porque faltam vacinas.

Na região do Porto, há constrangimentos com as marcações para quem tem mais de 23 anos. A task force já tinha avisado que o ritmo ia abrandar por estes dias. Isso não deve comprometer as metas definidas.

Gouveia e Melo acredita que, até ao final de setembro, vai ser possível ter toda a população elegível vacinada.

"Processo de vacinação vai, certamente, libertar a sociedade portuguesa", afirma.

Quem tem 35 anos ou mais, não teve covid e ainda não foi vacinado já pode dirigir-se a um centro de vacinação sem precisar de marcação, mas tem de ir nos horários previstos na modalidade casa aberta.

Em Portugal, está a ser ponderado vacinar acima dos 12 anos, mas o processo não está a ser consensual.

De acordo com o Observador, a comissão técnica que acompanha a vacinação contra a covid-19 recomenda que apenas sejam vacinadas crianças com outras doenças. A SIC apurou que mesmo esta posição, que é mais cautelosa, não conseguiu unanimidade dentro da equipa composta por 11 elementos.