Os números da Covid-19

Portugal com mais 4 mortes e 485 novos casos de covid-19 em 24 horas

Pedro Nunes

Desde o início da pandemia, Portugal registou 840.493 casos de infeção.

Portugal contabiliza esta terça-feira mais 4 mortes e 485 novos casos de covid-19, segundo o relatório diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 16.998 mortes e 840.493 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, estando esta quarta-feira ativos 21.874 casos, mais 166 em relação a ontem.

O boletim da DGS revela que estão internados 248 doentes, menos 9 do que ontem, terça-feira.

Nos cuidados intensivos estão 71 doentes, o mesmo número que ontem.

Os dados indicam ainda que mais 315 doentes foram dados como recuperados, fazendo subir para 801.621 o número total de recuperados desde o início da pandemia em Portugal, em março de 2020.

As autoridades de saúde têm sob vigilância 19.618 contactos, menos 81 relativamente ao dia anterior.

A incidência nacional é de 51,0 casos de infeção por 100.000 habitantes e a do continente é de 48,7 casos/mil habitantes.

O R(t) nacional é de 0,93 enquanto o do continente é de 0,92.

Dados por região

Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificadas 167 novas infeções, contabilizando-se até agora 317.520 casos e 7.203 mortos.

A região Norte tem hoje 169 novas infeções por SARS-CoV-2, totalizando 337.710 casos de infeção e 5.347 mortes desde o início da pandemia.

Na região Centro registaram-se mais 41 casos, acumulando-se 119.124 infeções e 3.016 mortos.

No Alentejo foram assinalados mais 24 casos, totalizando 29.904 infeções e 971 mortos desde o início da pandemia.

Na região do Algarve o boletim de hoje revela que foram registados 46 casos, acumulando-se 21.909 infeções e 362 mortos.

A região Autónoma da Madeira registou 19 novos casos, contabilizando 9.374 infeções e 68 mortes devido à covid-19 desde março de 2020.

Os Açores têm hoje 19 novos casos e contabilizam 4.952 casos e 31 mortos desde o início da pandemia, segundo a DGS.

Género e faixa etária

O novo coronavírus já infetou em Portugal pelo menos 381.550 homens e 458.605 mulheres, mostram os dados da DGS, segundo os quais há 338 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

Do total de vítimas mortais, 8.928 eram homens e 8.070 mulheres.

O maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguidos da faixa etária entre os 70 e os 79 anos.

Do total de mortes, 11.179 eram pessoas com mais de 80 anos, 3.621 com idades entre os 70 e os 79 anos, e 1.526 tinham entre os 60 e os 69 anos.

Mais de 2,9 milhões de pessoas em Portugal têm pelo menos uma dose da vacina

Mais de 2,9 milhões de pessoas já foram vacinados em Portugal contra a covid-19, dos quais mais de 1,1 milhões têm a vacinação completa, segundo o último relatório da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o relatório semanal da vacinação, 2.948.708 (29%) pessoas receberam a vacina, das quais 377.590 na última semana.

Do total de pessoas já vacinadas, 1.119.826 têm a vacinação completa com as duas doses, o que equivale a 11% da população.

No total, já foram administradas 4.068.534 doses de vacinas desde que se iniciou o processo de vacinação contra a covid-19, em 27 de dezembro de 2020, indicam os dados da DGS.

Gouveia e Melo diz que não se deve promover vacinação fora dos limites da idade

O coordenador da 'task-force' para o plano de vacinação contra a covid-19 defendeu que a vacinação fora do limite de idade determinada para algumas vacinas, admitida em normas, não deve ser promovida pelas autoridades.

Gouveia e Melo, que falava na Comissão Parlamentar de Saúde, respondia a uma pergunta sobre as normas emitidas pela Direção Geral da Saúde (DGS), que permitem que as pessoas fora do limite de idade para a vacina da Johnson & Johnson (administrada a partir dos 50 anos) e da Astrazeneca (a partir dos 60 anos) possam optar por receber estas vacinas.

"Há essa possibilidade e está a ser estudada. A única preocupação que deve ser tomada em conta é o facto de não devermos promover isso. A promoção desse tipo de atitude pode mais tarde reverter para o Estado uma responsabilidade", afirmou.

Sobre esta matéria, Gouveia e Melo acrescentou ainda: "Uma coisa é as pessoas pedirem de forma voluntária e outra é nós promovermos esse mecanismo, incentivando, de alguma forma, esse tipo vacinação".

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