Violência em Moçambique

"Motivos de força maior" levam à retirada da Total do norte de Moçambique

Empresa diz que o projeto não foi cancelado, apenas suspenso.

Motivos de "força maior". Foi esta a razão apontada pela petrolífera francesa Total para a retirada de todos os funcionários da empresa do norte de Moçambique. Em causa está o avanço de grupos armados associados ao fundamentalismo islâmico.

A violência armada arrasta-se há mais de três anos mas o ataque à vila de Palma foi a gota de água. Aconteceu sei quilómetros a norte da península de Afungi, onde está instalado o megacomplexo de gás natural da Total.

Avaliado em 20 mil milhões de dolares, trata-se do maior investimento privado em curso em África. Deveria iniciar a produção em 2024, mas foi suspenso por tempo indeterminado.

A empresa sublinha que o projeto não foi cancelado e será retomado assim que haja condições de segurança.

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