Meteorologia

Telhas a voar, carros danificados, inundações e queda de árvores: os danos do temporal em Alcântara

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O presidente da Junta de Freguesia defende que é necessário avançar com o plano geral de drenagem para que a situação não se repita.

Quando a maré está alta e chove intensamente na freguesia de Alcântara, em Lisboa, é recorrente serem registadas cheias, principalmente nas zonas mais baixas.

Esta terça-feira as telhas de uma escola voaram, danificaram vários carros, árvores caíram e ruas ficaram inundadas. Alcântara foi das freguesias mais afetadas pela chuva torrencial e pela passagem de um mini-tornado em Lisboa.

Os trabalhos de limpeza nesta freguesia da capital ainda decorrem. Durante esta quarta-feira serão feitos os cálculos aos estragos causados pelo temporal.

O presidente da Junta de Alcântara, Davide Amado, admite que a tempestade causou bastante prejuízo na freguesia e afirma que é necessário avançar com o plano geral de drenagem para que a situação não se repita.

Em declarações à agência Lusa, a diretora do Serviço Municipal de Proteção Civil de Lisboa adiantou ainda que na freguesia de Alcântara, a segunda zona da cidade mais afetada pelo temporal, voou parte do telhado do Banco Alimentar Contra a Fome, na Avenida de Ceuta.

A Proteção Civil de Lisboa registou 89 ocorrências na zona de Lisboa, entre as 13:00 e as 15:00 de terça-feira, afetando sobretudo as freguesias de Alvalade e de Alcântara, com diversas inundações, quedas de árvores e viaturas danificadas

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