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Japão volta a aplicar pena de morte, número de execuções em 2018 é o maior desde 1993

O Japão não executava presos desde finais de julho.

As autoridades japonesas aplicaram hoje a pena de morte a dois condenados, o que perfaz 15 execuções este ano, o maior número desde 1993, informaram meios de comunicação locais, que citam fontes oficiais.

A identidade dos executados não foi tornada pública, mas o ministro da Justiça japonês, Takashi Yamashita, já convocou uma conferência de imprensa para esta tarde, na qual deverá avançar mais detalhes, indicou a emissora televisiva nipónica NHK.

O jornal The Japan Times avançou que a execução teve lugar em Osaka.

Quando assumiu o cargo, em outubro, Yamashita defendeu que a maioria do povo japonês considera ser inevitável a pena de morte em casos "extremamente cruéis".

O Japão não executava presos desde finais de julho, quando o Governo confirmou a morte dos últimos seis membros da seita japonesa que em 1995 realizou um ataque no metro de Tóquio com gás sarin que resultou em 13 mortos e quase seis mil feridos.

Lusa

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