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Alpinista britânico alertou para o engarrafamento no Monte Evereste antes de morrer

Navesh Chitrakar

Robin Haynes Fisher morreu na chamada "zona da morte", conhecida por concentrar baixos níveis de oxigénio.

Desde o início da temporada já morreram 10 alpinistas no pico do Evereste.

O alpinista britânico, que acabou por perder a vida este sábado, dia 25, alertava, dias antes, no Instagram, para a multidão que tentava escalar a montanha mais alta do mundo.

Escreveu que queria evitar os engarrafamentos, razão pela qual tinha optado por adiar a escalada.

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Robin Haynes Fisher tinha 44 anos e morreu na chamada "zona da morte", já na descida do Evereste, conhecida por baixos níveis de oxigénio.

De acordo com as autoridades locais, nestas expedições há muitos alpinistas que não estão preparados e, como se não bastasse, não têm o equipamento necessário para fazer a escalada e a descida com segurança.

No ano passado, foram registadas 5 mortes.

O Monte Evereste é o pico mais alto do mundo e tem 8.848 metros de altura. Fica na fronteira entre o Nepal e o Tibete.