Mundo

Hospital desliga suporte básico de vida com autorização da família errada

Elisha Brittman

CBS Chicago

As duas famílias estão agora a processar o Mercy Hospital e a cidade de Chicago por negligência e sofrimento emocional.

O Mercy Hospital, em Chicago, nos Estados Unidos, desligou o suporte básico de vida a um paciente depois de pedir autorização à família errada.

Levado para o hospital em abril depois de ter sido encontrado inconsciente, nu e com graves lesões no rosto, o homem foi listado inicialmente como “John Doe”, nome dado a alguém desconhecido.

Segundo a BBC, mais tarde, através de uma fotografia do arquivo da polícia de Chicago, o homem foi identificado como Alfonso Bennett. No hospital, as irmãs levantaram dúvidas sobre a identidade, tendo-lhes sido garantido que não o reconheciam devido ao rosto desfigurado.

Depois do estado de saúde do homem se deteriorar, as irmãs foram questionadas sobre a possibilidade de desligar o suporte básico de vida que o mantinha vivo, tendo dado autorização ao hospital para desligar as máquinas.

Foi já durante as preparações para o funeral que o irmão, que achavam que tinha morrido no hospital, apareceu vivo e bem de saúde num churrasco da família.

O homem que morreu no hospital era, afinal, Elisha Brittman, de 69 anos, que estaria desaparecido. A identidade foi determinada durante a autópsia através da impressão digital.

O hospital e a cidade estão agora a ser processados pelas duas famílias envolvidas no caso por negligência e sofrimento emocional.

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