Mundo

Cientista encontrada morta num bunker da Segunda Guerra Mundial 

www.facebook.com

Suzanne Eaton havia sido dada como desaparecida a 2 de julho.

Suzanne Eaton, de 59 anos, saiu para correr e não regressou. Foi dada como desaparecida a 2 de julho.

A cientista estava em Creta para uma conferência que se ia realizar na ilha.

A investigação do paradeiro da bióloga molecular, do renomado Instituto Max Planck, na Alemanha, levantou grande aparato e originou buscas intensas, que não tiveram resultados.

O corpo foi descoberto na segunda-feira, seis dias depois de ter sido reportado o desaparecimento, a aproximadamente 10 quilómetros do sítio onde tinha sido vista pela última vez.

De acordo com a BBC, dois locais andavam a explorar o bunker, utilizado na Segunda Guerra Mundial durante a ocupação nazi na ilha de Creta, quando sobre o chão rochoso e acidentado, encontraram o corpo, coberto por uma serrapilheira.

As autoridades apontaram como causa da morte o sufoco.

O caso está a ser tratado como um ato criminoso e, as autoridades, estão a investigar se a cientista foi morta no bunker ou se o corpo foi movido para aquele lugar.

Os amigos e família de Suzanne, aquando do desaparecimento, lançaram uma campanha no Facebook em que ofereciam 50.000€ de recompensa a quem tivesse informações sobre o seu paradeiro.

Suzanne Eaton era casada e tinha dois filhos.

  • Nunca houve tanta falta de medicamentos nas farmácias portuguesas
    2:16
  • Cepas da Serra
    10:16
  • "À descoberta com..." Inês Castel-Branco na Tailândia 
    3:14