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Sequestrador morto pela polícia e reféns libertados no Rio de Janeiro

Chegou ao fim o sequestro

Ao fim de três horas, terminou o sequestro do autocarro, no Rio de Janeiro. O sequestrador foi morto pelas autoridades, quando saiu do autocarro apontando uma arma à cabeça de um refém. No local, ouviram-se festejos e aplausos da polícia e populares, após os disparos.

Sequestro em plena hora de ponta

O autocarro atravessava a Ponte Rio-Niterói, no Rio de Janeiro, quando foi imobilizado pelo sequestrador.

O incidente ocorreu cerca das 05:30 locais (09:30 em Lisboa) e o assaltante ter-se-á apresentado como elemento da polícia militar quando ordenou a paragem do autocarro, que seguia no sentido Niterói - Rio de Janeiro.

O homem entrou do autocarro com gasolina, uma arma de calibre .38, uma arma taser e uma faca.

As autoridades brasileiras acreditam que o homem tenha premeditado o sequestro e circula a informação, ainda não confirmada, de que o sequestrador é agente da polícia militar.

Às primeiras horas, a Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar desconheciam a motivação do sequestrador.

"Temos um homem que se identificou como policial militar. Ele parou o ônibus [autocarro] da Galo Branco na Ponte Rio-Niterói" e ameaça despejar "gasolina no ônibus, colocando os passageiros em perigo. Estamos em negociação com ele para liberar mais reféns, não sabemos qual o real propósito dele", explicou Sheila Sena, porta-voz da Polícia Rodoviária Federal, citada por vários media brasileiros.


O caso provocou um grande constrangimento de trânsito naquele que é um dos principais acessos da cidade brasileira, sobre a baía de Guanabara, que tem já vários problemas de mobilidade.

Durante as negociações, o sequestrador pediu apenas que fosse enviada água para o interior do autocarro.

No Twitter, a Notícias RJ, nas redes sociais circula uma imagem do que ser acredita se o sequestrador, no interior do autocarro.

Com Lusa