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Combates na República Centro-Africana. Portugueses têm “grande preparação técnico-tática”

Há 180 militares portugueses na missão de paz da ONU.

Os paraquedistas portugueses na República Centro-Africana entraram em combate para controlar a milícia 3R que viola os acordos de paz. Os confrontos foram em agosto, mas só agora foi divulgada oficialmente a informação.

A missão foi planeada para travar ataques a civis e outras violações dos acordos de paz da mais radical das 14 milícias da República Centro-Africana.

A ação dos paraquedistas portugueses em Koui, na região de Bocaranga, durou três horas e o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, António Silva Ribeiro, explica que estas missões exigem uma “grande preparação técnico-tática”.

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