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Migrantes não querem regressar ao "inferno de Moria" 

Autoridades estão a construir um novo campo de refugiados.  

O Papa Francisco pede um acolhimento digno e humano para os migrantes que viviam no campo de Moria, na ilha de Lesbos, destruído por dois incêndios na passada quarta-feira.

O Governo grego garante que a transferência para o novo campo temporário estará concluída nos próximos dias, mas muitos dos que estão há cinco dias sem abrigo não querem regressar ao que descrevem como o inferno de Moria.

Fogo no campo refugiados de Moria tornou vísivel a tragédia humana que decorria entre muros

A viver em ruas, parques de estacionamento e até cemitérios, cerca de 13 mil pessoas precisam de ajuda humanitária urgente. O fogo que arrasou o campo de refugiados tornou visível a tragédia humana que já decorria entre muros.

Os milhares que sobreviviam em Moria participaram esta sexta-feira numa manifestaçao pacifica em que apelaram pela libertação do perímetro de segurança criado pela polícia.