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Padre ortodoxo atingido a tiro junto a igreja em Lyon, França

Suspeito já foi detido.

Um padre ortodoxo foi baleado junto a uma igreja de Lyon, em França, este sábado. O autor dos disparos esteve em fuga, mas já foi detido pelas autoridades. A vítima ficou ferida com gravidade.

"Foi colocada sob custódia policial uma pessoa que pode corresponder à descrição das primeiras testemunhas [ouvidas]" indicou o magistrado, adiantando, no entanto, que o suspeito não tinha consigo nenhuma arma no momento da detenção.

Não há informação sobre as motivações do ataque.

A vítima indicou não conhecer o agressor enquanto estava a ser retirada do local, que se encontra cercado pelas forças policiais.

Informações entretanto avançadas pela agência Associated Press revelam que o religioso foi baleado duas vezes no abdómen e que o ataque aconteceu quando se preparava para fechar o templo, localizado num bairro conhecido como Jean Mace.

França sobe nível de alerta terrorista devido aos ataques

Este incidente acontece dois dias depois de um ataque numa igreja em Nice que fez três vítimas mortais e duas semanas depois do ataque a um professor nos subúrbios de Paris.

O presidente Emmanuel Macron já tinha alertado para o risco de novos ataques e mobilizou as Forças Armadas para reforçarem a vigilância de escolas e locais de culto.

FRANÇA VOLTOU A SER ABALADA PELO TERRORISMO ISLÂMICO

Três pessoas morreram, uma delas degolada, no interior da basílica de Nossa Senhora de Nice, num ataque perpetrado na quinta-feira por um homem armado com uma arma branca.

O autor do ataque é um tunisiano de 21 anos que chegou a França no dia 09 de outubro, vindo da Itália. O agressor, que foi rapidamente detido pela polícia, foi ferido a tiro com gravidade e transportado para o hospital.

Segundo fonte próxima do inquérito, o atacante gritou 'Allah Akbar' ("Deus é grande")

Professor decapitado em Paris tinha mostrado caricaturas de Maomé aos alunos

O caso está a ser tratado como um ataque terrorista, já que o professor terá mostrado caricaturas de Maomé aos alunos para falar da liberdade de expressão.

O autor do crime, de nome Abdullah, nasceu em Moscovo, há 18 anos, e era russo de origem chechena, assinalou Ricard, numa declaração à comunicação social em que deu conta dos principais aspetos da investigação em curso.

A polícia francesa revelou ainda este sábado que o homicida andou à porta da escola a perguntar aos alunos quem era o professor Samuel Paty.

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