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Incêndio deflagra em campo de refugiados na ilha grega de Samos

Michael Svarnias

Não há feridos a registar.

Um incêndio deflagrou no campo de migrantes na ilha grega de Samos, onde cerca de 4.000 requerentes de asilo estão alojados, disseram esta quarta-feira os bombeiros gregos, que não relataram vítimas.

O incêndio, que devastou "uma pequena área do acampamento, começou hoje [quarta-feira] de manhã perto de um contentor que servia de restaurante", segundo os bombeiros.

Ninguém ficou ferido no incêndio, acrescentaram, apontando que está uma investigação em curso para perceber a causa do incidente.

"Atualmente, 24 bombeiros e oito camiões estão a operar no local para apagar o incêndio" em Samos, prosseguiram os bombeiros, segundo os quais os migrantes nos contentores ou nas tendas afetadas pelo incêndio foram retirados rapidamente.

Em setembro, o campo de Moria, na ilha de Lesbos, foi devastado por vários incêndios, que as autoridades disseram terem sido deflagrados por refugiados, deixando cerca de 12.700 deles sem abrigo.

Os voluntários da organização não-governamental (ONG) Samos, que está no local, publicaram um vídeo no Twitter, mencionando que os "bombeiros estão no local, a lutar para apagar o fogo".

No campo de migrantes de Samos, originalmente projetado para receber 648 pessoas, atualmente vivem em condições miseráveis cerca de 4.000 requerentes de asilo.

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  • Não estou de acordo

    Opinião

    Não estou de acordo com métodos medievais para enfrentar uma pandemia. Se os vírus evoluíram, a organização da sociedade também deveria ter evoluído o suficiente para os combater de outra forma. O recolher obrigatório é próprio dos tempos obscuros e das sociedades não democráticas. Proibir as pessoas de circular na rua asfixia a economia e não elimina a pandemia.

    José Gomes Ferreira