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Tempestade solar mais fraca que o previsto

Provocaria perturbações em comunicações e voos mas também intensas auroras boreais.

A tempestade solar desta semana que se previa vir a causar perturbações na Terra - mas também lindas auroras boreais - diminuiu de intensidade.

A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) revelou no início da semana que a tempestade geomagnética resultante de uma erupção a 7 de dezembro iria atingir a Terra entre 9 e 11 de dezembro.

Na quinta-feira anunciou ter revisto a intensidade.

"A 7 de dezembro o CME chegou tal como previsto. Um choque foi observado em DSCOVR em 01/1032 UTC (09 de dezembro, 8:32 pm ET). A força magnética era menor do que o potencial de pico que poderia ter iniciado uma tempestade G3. Portanto, SWPC baixou para tempestade G1 (Menor) para 10-11 de dezembro".

Perturbações no vento solar agitam o campo magnético da Terra, que protege o planeta da radiação solar. Interferem com o clima espacial, que pode mudar a órbita dos satélites, encurtar a sua esperança de vida e alterar o funcionamento de equipamentos eletrónicos a bordo, assim como pôr em perigo a vida de astronautas.

O Observatório Solar e Heliosférico da ESA / NASA (SOHO) observa o Sol há 25 anos, tendo testemunhado dois dos ciclos de 11 anos do Sol e como a atividade solar aumenta e diminui. Esta montagem de 25 imagens captadas pelo telescópio Extreme Ultraviolet Imaging Telescope do SOHO mostram as mudanças no nosso Sol. Cada imagem mostra o gás na atmosfera, ou coroa, que tem uma temperatura acima do 2 milhões de graus Celsius. As imagens mais brilhantes ocorrem na época do máximo solar, quando o campo magnético do Sol é altamente dinâmico e liberta energia para o espaço.

O Observatório Solar e Heliosférico da ESA / NASA (SOHO) observa o Sol há 25 anos, tendo testemunhado dois dos ciclos de 11 anos do Sol e como a atividade solar aumenta e diminui. Esta montagem de 25 imagens captadas pelo telescópio Extreme Ultraviolet Imaging Telescope do SOHO mostram as mudanças no nosso Sol. Cada imagem mostra o gás na atmosfera, ou coroa, que tem uma temperatura acima do 2 milhões de graus Celsius. As imagens mais brilhantes ocorrem na época do máximo solar, quando o campo magnético do Sol é altamente dinâmico e liberta energia para o espaço.

SOHO (ESA & NASA)

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