Mundo

Polícia paquistanesa descobre corpos de 16 mineiros desaparecidos desde 2011

Canva

Os familiares das vítimas conseguiram identificar os corpos pelas roupas que envolviam os restos mortais.

A polícia paquistanesa indicou esta sexta-feira ter encontrado uma vala comum contendo os corpos de 16 mineiros que estavam desaparecidos no noroeste do Paquistão há uma década e que se acreditava terem sido raptados por militantes extremistas.

Os mineiros desapareceram em 2011 quando seguiam para a mina onde trabalhavam no distrito de Kohat, 75 quilómetros a sul de Peshawar, a capital da província de Khyber Pakhtunkhwa, que faz fronteira com o Afeganistão.

Nunca ninguém reivindicou o suposto rapto dos mineiros, mas, na altura, eram vários os grupos extremistas que operavam na região.

Segundo Aleem Khan, porta-voz da polícia local, as exumações dos corpos foram feitas por peritos forenses depois de um habitante local desta remota área montanhosa ter alertado as autoridades para o que parecia ser um cemitério.

Os familiares das vítimas conseguiram identificar os corpos pelas roupas que envolviam os restos mortais, acrescentou Khan.

Os restos mortais foram, depois, entregues às respetivas famílias, que residem em Shangla, no vale de Swat.

A polícia abriu uma investigação para determinar as circunstâncias da morte dos mineiros.

Embora os ataques a mineiros e outros trabalhadores sejam comuns na província do Baluchistão, no sudoeste do Paquistão, este tipo de violência é rara noutras partes do país.

No início deste ano, no Baluchistão, militantes do grupo 'jihadista' Estado Islâmico (EI) sequestraram e mataram 11 mineiros de carvão, membros da minoria xiita do Paquistão.

  • Confidentes de alunos e cúmplices de professores: o braço contínuo

    País

    Chamam-lhes “funcionários” porque funcionam. A expressão até parece sugerir que eles são os únicos que “funcionam”, dentro de uma escola. Acalmem-se os tolos. Significa apenas que os “assistentes operacionais”, ou “auxiliares de ação educativa”, títulos mais pomposos do que “contínuos” – expressão que estimo muito - são pau para toda a colher.

    Opinião

    Rui Correia

  • O planeta em que todos vivemos

    Futuro Hoje

    O Planeta Lourenço terá que ser ainda mais simples e eficaz na mensagem. É um risco. Frequentemente, quando me mostram aparelhos ou programas as coisas falham, é o que chamo de síndrome da demonstração. Mas isto acontece na vida real, é assim que vamos fazer.

    Opinião

    Lourenço Medeiros