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Suspeito do atentado em Liverpool não estava sob vigilância pelos serviços secretos

O homem de 32 anos foi a única vítima mortal da explosão.

O Reino Unido aumentou o nível de risco de ataque terrorista para “grave”, o segundo mais elevado da escala. As autoridades já identificaram o principal suspeito de ter provocado a explosão que este domingo ocorreu num hospital de Liverpool.

Emad Al Swealmeen não estaria na lista de suspeitos sob vigilância dos serviços secretos internos - a lista tem, atualmente, cerca de três mil nomes. Segundo o jornal britânico The Guardian, o homem de 32 anos e ascendência síria ou iraquiana já tinha alterado o nome para Enzo Almeni. O Daily Mail refere que se terá convertido ao islão há poucos anos.

O homem terá pedido para ser transportado para a maternidade a partir de um endereço que alugou recentemente, localizado a alguns quilómetros de distância. O táxi explodiu quase à porta do hospital, tendo o momento sido captado pelas câmaras de vigilância.

O passageiro – e também o principal suspeito da autoria do ataque – foi a única vítima mortal. O taxista, que estava também na viatura, ficou ferido, mas já teve alta hospitalar. A polícia britânica deteve quatro homens entre os 20 e os 30 anos que estão a ser interrogados.

As autoridades britânicas estão a pedir informações sobre o atacante, por mais insignificantes que possam parecer. O Centro Conjunto de Análise de Terrorismo decidiu subir o nível de risco para “grave”. O atentando fracassado desde domingo é o segundo no espaço de um mês e as autoridades encaram como sendo altamente provável a ocorrência de novos ataques.

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