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Esfaqueamento numa escola da Carolina do Norte faz um morto e dois feridos

Esfaqueamento numa escola da Carolina do Norte faz um morto e dois feridos
Douglas Sacha
Foram detidos e acusados três adolescentes, entre 15 e 16 anos, aparentemente envolvidos num ataque com faca.

Uma pessoa morreu e outras duas ficaram feridas num aparente ataque com faca numa escola no leste da Carolina do Norte, revelou esta quinta-feira a polícia norte-americana.

O ataque, aparentemente com recurso a uma faca, ocorreu na Northside High School em Jacksonville, no estado da Carolina do Norte.

Segundo o chefe de polícia de Jacksonville, Mike Yaniero, dois menores foram levados para o Centro Médico de Camp Lejeune, com ferimentos e um chegou a morrer mais tarde. Um professor também ficou ferido e recebeu tratamento médico no local, mas não foi esfaqueado.

Inicialmente, um estudante suspeito do ataque, que decorreu na manhã de quinta-feira, foi detido, mas até ao final do dia, foram três os adolescentes detidos e acusados.

Um dos jovens, com 16 anos, foi acusado de homicídio, posse de arma em propriedade da escola, agressão com arma mortal e agressão a um funcionário da escola. Dois outros menores, de 15 e 16 anos, foram acusados de agressão e conduta desordeira na propriedade da escola.

O ataque aconteceu dentro da escola, numa zona de convívio, e foi testemunhado por vários alunos, destacou o chefe de polícia.

Todas as atividades da escola foram canceladas até final da semana e esta sexta-feira as aulas irão decorrer online, sendo retomadas presencialmente na róxima terça-feira, com a presença de conselheiros de crise.

As aulas naquele distrito tinham começado esta segunda-feira. O superintendente das escolas do Condado de Onslow, Barry Collins, realçou que o distrito ampliou a segurança no ano passado com a adição de um oficial de recursos em cada escola e dois em algumas escolas maiores, incluindo Northside.

A escola adicionou recentemente câmaras de segurança, mas irá analisar outras medidas de segurança nas próximas semanas, sublinhou.

Também o governador da Carolina do Norte, Roy Cooper, adiantou que conversou com o chefe da polícia de Jacksonville e ofereceu assistência por parte do Departamento de Investigação do Estado.

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