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Número de mortos em tiroteio na capital da Tailândia sobe para dois

Número de mortos em tiroteio na capital da Tailândia sobe para dois
LILLIAN SUWANRUMPHA
Os disparos de arma de fogo registaram-se no Centro de Comando de Treino do Exército, localizado no distrito de Dusit, na capital tailandesa.

O número de mortos na sequência de disparos ocorridos no interior das instalações da Academia Real do Exército da Tailândia aumentou para dois, informaram esta quarta-feira fontes militares de Banguecoque.

De acordo com uma nota do Exército da Tailândia, as autoridades foram informadas do "incidente" às 08:45 (23:45 de terça-feira em Lisboa). O anterior balanço dava conta de um morto e dois feridos. Os disparos de arma de fogo registaram-se no Centro de Comando de Treino do Exército, localizado no distrito de Dusit, na capital tailandesa.

O homem suspeito de ter efetuado os disparos foi identificado como sendo um "sargento de 59 anos". Segundo a mesma fonte, o suspeito entrou no edifício munido de "um tipo de arma de fogo desconhecido" e disparou contra "o pessoal militar" que se encontrava no local. As vítimas mortais foram identificadas como Nopparat Inthasunthor e Sinsong, ambos com a patente de sargento-mor.

O sargento Yongyuth Panyanuwat ficou ferido e foi "imediatamente" transportado para o Hospital Phramongkutklao, na capital tailandesa, não tendo sido divulgadas informações sobre o estado de saúde. As autoridades ainda não determinaram os motivos do ataque, admitindo que pode estar relacionado "com problemas de saúde" do agressor.

"A causa do incidente está sob investigação. Inicialmente, o Exército referiu que o incidente pode ter sido causado por stress e problemas de saúde", indica o comunicado oficial.

O Exército explicou ainda que o agressor se pôs em fuga após o ataque, mas foi localizado por agentes da polícia e militares que o prenderam em frente às instalações da unidade militar. Imagens que foram transmitidas nas redes sociais mostram duas ambulâncias enviadas para o local, assim como um intenso movimento de veículos oficiais.

As autoridades limitaram a circulação rodoviária nas ruas que circundam a Academia Militar, mas, mesmo assim, dezenas de pessoas concentraram-se em frente ao edifício militar para verem o que estava a acontecer.

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