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Confrontos nas ruas do Irão persistem, pelo menos 26 pessoas morreram

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A violência começou depois da morte de uma jovem, detida por alegadamente não estar vestida de acordo com as regras impostas ao vestuário das mulheres.

Pelo menos 26 pessoas morreram nos protestos no Irão. O exército já avisou que vai continuar a carregar sobre os manifestantes que protestam contra a morte de uma jovem mulher, que estava detida pela polícia moral que a acusou de desrespeito pelas regras que impõe a forma como as mulheres se devem vestir.

Apesar dos milhares de iranianos que protestam nas ruas das cidades e vilas do país, a resposta das forças militares e policiais é cada vez mais forte.

O exército já disse, através da televisão oficial, que vai continuar a travar os manifestantes, que designa de inimigos da nação, com o objetivo de garantir a segurança e a paz. Um confronto que poderá fazer crescer o número de vítimas mortais, de feridos e de detidos.

A violência começou depois da morte de Mahsa Amini, de 22 anos, detida por alegadamente não estar vestida de acordo com as regras impostas ao vestuário das mulheres. Segundo a polícia, terá morrido de ataque cardíaco, mas a família e muitos milhares de iranianos não acreditam na versão oficial.

As imagens mostram que estão a ser usadas munições reais, canhões de água e gás lacrimogéneo, pelo que a amnistia internacional acusa o exército de excesso de força contra os que protestam.

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