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Greve geral: confrontos e atos de vandalismo marcam manifestações em Paris

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Trabalhadores das refinarias, dos transportes e da educação têm levado a cabo protestos motivados pelo elevado aumento do custo de vida e pelos baixos salários.

Os trabalhadores das refinarias, dos transportes e da educação têm levado a cabo, em Paris, na França, protestos motivados pelo elevado aumento do custo de vida e pelos baixos salários. Há relatos de confrontos com as forças policiais e de atos de vandalismo.

Segundo informa o correspondente SIC, em Paris, os trabalhadores da ferrovia francesa vão prolongar a greve por tempo indefinido. Os trabalhadores do metro também se encontram em paralisação, contudo, os protestos não passarão desta terça-feira.

Esta paralisação, que agora se sabe que durará mais de 24 horas, fará parar praticamente todos os serviços ferroviários franceses, afetando assim o quotidiano de milhares de passageiros.

Os manifestante reivindicam aumentos salariais, e no setor energético, nas refinarias, a paralisação dos profissionais já surtiu efeitos, visto que a petrolífera Total concordou em aumentar os salários dos funcionários em 7%, proposta prontamente rejeitada pelo sindicato, apontando os 10% como o mínimo aceitável.

Protestos dos funcionários das refinarias já dura há três semanas

Os protestos dos funcionários do setor energético já dura há três semanas e o efeito já se fez notar. Cerca de 30% dos postos de combustível franceses já não têm combustível para suprir as necessidades dos consumidores, obrigando assim o Governo a utilizar as reservas estratégicas.

Com estes protestos registados na capital francesa, que têm como foco contestar também o crescente custo de vida, o Governo tem feito pressão às empresas para que estas procedam a atualizações salariais. O Executivo já anunciou que no início de 2023 irá estudar a possibilidade de aumentar os salários na função pública.

Durante esta tarde já foi possível assistir a atos de violência e vandalismo, como destruição de várias montras e vitrinas.

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