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Governo chinês retira testes covid-19 nos supermercados e transportes públicos

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As autoridades foram forçadas a reduzir as medidas devido aos protestos.

Em muitas das maiores cidades chinesas deixou de ser necessário realizar testes covid-19 para entrar em espaços e transportes públicos e não só. É a reação das autoridades chineses à contestação da população perante as políticas de “Covid Zero”, que esta a asfixiar a segunda maior economia do mundo.

As filas continuam junto das cabines de testagem, apesar das autoridades chinesas terem anunciado o fim da obrigatoriedade de testes negativos para entrar em supermercados, jardins, transportes públicos ou edifícios de escritório.

O investimento nos cuidados de saúde básicos será necessário, uma vez que uma abertura desordenada poderá provocar uma subida exponencial de casos. Isto porque, uma população de 1,4 mil milhões de habitantes, apenas 40% dos idosos têm o reforço da vacina. Muitos habitantes da capital estão a dirigir-se às farmácias para ter em casa um stock de medicamentos para minorar os sintomas, caso sejam infetados pelo coronavírus.

Nas ruas subsistem alguns protestos, como os dos estudantes da Universidade de Najing, no leste do país. As últimas semanas têm sido marcadas por contestação generalizada contra a política de “Covid Zero” na China. Os protestos obrigaram o Governo chinês alterar as políticas, podendo em breve ser reduzido o grau de ameaça da covid-19 e apontado o objetivo de vacinar 90% da população.

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