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Miguel Macedo destaca sétimo lugar de Portugal no ranking dos países mais seguros

O ministro da Administração Interna destacou hoje o sétimo lugar de Portugal no ranking mundial dos países mais seguros, sublinhando que esse é um fator "absolutamente essencial" para afirmar a competitividade turística do país.  

ESTELA SILVA

Para Miguel Macedo, que falava na cerimónia de lançamento da primeira pedra da obra de requalificação e ampliação do quartel da GNR de Vila Verde, aquela "performance" de Portugal resulta do trabalho dos elementos das forças de segurança e do investimento feito pelo Governo em instalações e equipamentos.

"Não é investimento por investimento, mas sim investimento com um objetivo estratégico: continuar a manter Portugal como um país e um destino seguros", referiu.

O governante aludiu ao mais recente relatório do Fórum Económico Mundial, que coloca Portugal em sétimo lugar no ranking dos países mais seguros, num universo de 144 nações.

"Portugal deve ser, tem de continuar a ser e tem sido um destino seguro e isso só favorece nos principais desafios que temos de vencer, designadamente numa área como o turismo, tão importante para a economia", acrescentou.

Por isso, e "apesar das muitas dificuldades" que o país atravessa, Miguel Macedo garantiu que o ministério que tutela tem sabido "encontrar mecanismos" para realizar obras urgentes em instalações de forças de segurança.

A aposta, em muitos casos, tem recaído na requalificação de equipamentos já existentes em vez da construção de raiz, já que, como adiantou Miguel Macedo, isso permite "fazer o mesmo por muito menos dinheiro".

O quartel da GNR de Vila Verde vai ser requalificado e ampliado, num investimento superior a 700 mil euros, devendo as obras estar concluídas num prazo de oito meses.

Entretanto, a GNR vai "morar" na antiga escola primária da vila.

Construído nos anos 70 do século passado, o quartel da GNR de Vila Verde ainda não tinha sofrido qualquer remodelação de fundo. 

Segundo a Câmara, o edifício "não oferece os requisitos mínimos para o funcionamento de uma força de segurança moderna", encontrando-se "manifestamente obsoleto e disfuncional" e apresentando "grandes limitações na utilização do dia-a-dia".

Acrescenta que é "desconfortável" para os agentes que ali trabalham e "pouco acolhedor" para os cidadãos que a ele recorrem.

A exiguidade dos diferentes espaços, a degradação do equipamento e do mobiliário instalados, o "crónico desconforto" térmico e acústico e a "fraca" qualidade do ar interior são alguns dos problemas diagnosticados.

Problemas que, ainda de acordo com a Câmara, permitem concluir que o edifício "não respeita a legislação em vigor".

Lusa