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Principal arguido do caso "Verdade Celestial" pede pena máxima

O principal arguido do caso de abusos sexuais que ficou conhecido como "Verdade Celestial" pediu esta segunda-feira à tarde para ser condenado à pena máxima. O Ministério Público não pediu tanto e ficou-se pelos 23 anos de prisão efetiva.

Apenas dois advogados de defesa pediram a absolvição dos seus clientes.

Os restantes exigiram a aplicação de uma pena justa e proporcional.

As alegações finais decorreram esta segunda-feira no Tribunal de Sintra onde decorre há um ano a ser julgado este processo de abuso sexual de oito crianças com idades entre os seis e os 15 anos.

Uma dessas crianças abusada é filha do principal arguido, que se fazia passar por psicólogo.

A decisão do coletivo de juízes está marcada para 12 de dezembro.