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Carta aberta aos youtubers

Dado Ruvic

Sofia Colares Alves, representante da Comissão Europeia em Portugal, escreveu uma carta aberta "aos youtubers preocupados com o artigo 13.º", esta quinta-feira, e garantiu que "não há razões para se preocuparem".

Bruxelas defende que autores e criadores merecem ser reconhecidos pelo trabalho que assinam e assegura que a internet "como a conhecemos não vai acabar".

Um dos youtubers portugueses mais influentes abordou esta semana o tema ao publicar um vídeo em que anuncia "o fim da Internet" como a conhecemos. Com o título "O meu canal vai ser apagado", Paulo Borges, conhecido como Wuant, diz que o YouTube e algumas redes sociais podem desaparecer na Europa se o polémico "Artigo 13" for aprovado. O vídeo conta já com quase um milhão e meio de visualizações.

Em resposta a Wuant e a todos os youtubers, a Comissão Europeia decidiu tranquilizar os mais preocupados.

Na carta aberta de Sofia Colares Alves, publicada esta quinta-feira no site da Comissão Europeia, pode ler-se:

“Venho dizer-vos que não há razões para se preocuparem. E sabem porquê? Porque…

… não, o vosso canal de YouTube não vai desaparecer.

… não, a internet (como a conhecemos) não vai desaparecer.

… não, os memes não vão desaparecer”.

Descubra aqui o que está em causa com o polémico artigo 13.º.

  • O polémico artigo 13: o que está em causa?

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    Um dos youtubers portugueses mais influentes abordou o tema ao publicar um vídeo em que anuncia "o fim da Internet" como a conhecemos. Com o título "O meu canal vai ser apagado", Paulo Borges, conhecido como Wuant, diz que o Youtube e algumas redes sociais podem desaparecer na Europa se o polémico "Artigo 13" for aprovado. Mas há quem defenda a importância desta proposta, argumentando que protege e recompensa os autores. Afinal, o que está em causa?

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