País

Ministério Público abre inquérito para apurar circunstâncias da queda do helicóptero

A procuradora-geral da República, Lucília Gago, acompanhada pelo vice-procurador-geral da República, João Monteiro, na cerimónia de posse do mesmo na Procuradoria Geral da República em Lisboa

MIGUEL A. LOPES

Instaurado um inquérito para apurar as circunstâncias que rodearam a ocorrência.

O Ministério Público abriu um inquérito para investigar a queda do helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) no sábado, no concelho de Valongo, que provocou quatro mortos, disse esta segunda-feira à Lusa fonte da Procuradoria-Geral da República.

"Foi instaurado um inquérito para apurar as circunstâncias que rodearam a ocorrência. As investigações são dirigidas pelo Ministério Público do DIAP (Departamento de Investigação e Ação Penal) do Porto", afirma a Procuradoria-Geral da República, em resposta a questões da agência Lusa.

A queda de um helicóptero do INEM, ao final da tarde de sábado, no concelho de Valongo, distrito do Porto, causou a morte aos quatro ocupantes: dois pilotos e uma equipa médica, composta por médico e enfermeira.

O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, determinou à Proteção Civil a abertura de um "inquérito técnico urgente" ao funcionamento dos mecanismos de reporte da ocorrência e de lançamento de alertas relativamente ao acidente.

A avaliação preliminar dos destroços indica que a queda da aeronave aconteceu na sequência da colisão com uma antena emissora existente na zona, segundo o gabinete que investiga acidentes aéreos.

A aeronave em causa é uma Agusta A109S, operada pela empresa Babcock, e regressava à sua base, em Macedo de Cavaleiros, Bragança, após ter realizado uma missão de emergência médica de transporte de uma doente grave para o Hospital de Santo António, no Porto.

Lusa

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