País

Relações familiares no Governo provocam terceira demissão

Marido da secretária de Estado da Cultura exonerado.

João Ruivo/Facebook

O marido da secretária de estado da Cultura, João Ruivo, pediu a demissão depois de ter sido noticiada a relação familiar entre ambos. Esta é a terceira demissão provocada pelo chamado "Familygate".

João Ruivo esteve 13 dias a desempenhar funções na secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional. Foi nomeado a 28 de março e exonerado na passada quarta-feira, a 10 de abril.

A polémica em torno das nomeações de familiares no Governo já levou ao afastamento do secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, e do adjunto e primo, Armindo Alves.

A nomeação e as várias polémicas que envolvem o secretário de Estado do Ambiente

Carlos Martins garante que sempre agiu de boa fé ao nomear o primo para adjunto, mas reconhece que o assunto pode prejudicar o Governo, o primeiro-ministro e o PS.

PS avança com proposta contra nomeações diretas de familiares

O PS vai avançar com uma proposta para impedir as nomeações diretas de familiares para cargos públicos mas não resolve as chamadas nomeações cruzadas.

O Presidente da República considera positivo que os partidos discutam o tema e diz que as alterações à lei são boas para a democracia.

As críticas ao "Familygate"

"O PS entra no Estado como se fosse a sua casa, primeiro à-vontade depois à-vontadinha"

Assunção Cristas diz que as relações familiares no Governo não se resolvem mudando a lei. A líder do CDS diz que devem ser os portugueses a censurar este Governo nas próximas eleições. Acusa ainda o PS de estar no Estado como se fosse a sua casa.

Rui Rio defende que relações familiares no Governo serão julgadas nas eleições

Catarina Martins pede reflexão sobre relações familiares no Governo

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