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Santana Lopes realiza hoje mais exames e pode ter alta

O presidente da Aliança, Pedro Santana Lopes, foi transportado de maca do helicóptero para uma ambulância do INEM à chegada ao Hospital da Universidade de Coimbra.

PAULO NOVAIS

"Pedro Santana Lopes está bem disposto, mas com dores", disse fonte do Gabinete de Comunicação do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.

O ex-primeiro-ministro Pedro Santana Lopes efetua hoje novos exames médicos para a sua situação clínica ser reavaliada, após o acidente que sofreu na quarta-feira, na Autoestrada 1 (A1), disse hoje o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC).


Fonte do Gabinete de Comunicação do CHUC informou aos jornalistas, à porta da urgência do polo principal do CHUC, que o líder do partido Aliança "passou bem a noite" na unidade de cuidados cirúrgicos intermédios.


"Pedro Santana Lopes está bem disposto, mas com dores", acrescentou a mesma fonte, salientando que, após os exames, será reavaliado e poderá ter alta ainda hoje.


Paulo Sande, que é o cabeça-de-lista da Aliança ao Parlamento Europeu, esteve igualmente envolvido neste acidente e teve alta na noite de quarta-feira.


À saída dos Hospitais da Universidade de Coimbra, polo principal do CHUC, Sande explicou que o acidente poderá ter sido causado por fadiga.


O líder do partido e o cabeça de lista às europeias sofreram na quarta-feira um acidente de viação na A1 quando seguiam de Coimbra para Cascais, "em ações de campanha", deu conta o partido numa nota enviada aos jornalistas.


Santana foi transportado de helicóptero para o CHUC, depois de ter sido desencarcerado do carro pelos bombeiros, enquanto Paulo Sande saiu da viatura pelo próprio pé e seguiu de ambulância para aquela unidade hospitalar.


O acidente ocorreu pouco antes das 17:30, ao quilómetro 136 da A1 (no sentido norte-sul).


A autoestrada esteve cortada ao trânsito nos dois sentidos, entre as 18:30 e as 19:27, para o helicóptero aterrar e levantar.


De acordo com o testemunho de Sande, era Santana Lopes que conduzia o carro e, explicou, "de repente, foi como se o tempo se tivesse suspendido e o carro saiu da estrada".


"Aparentemente demos uma ou duas cambalhotas", acrescentou, referindo que os 'airbags' "não dispararam".

Com Lusa

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