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Ex-presidente do IPO do Porto paga caução de 20 mil euros para ficar em liberdade 

Ex-presidente do IPO do Porto paga caução de 20 mil euros para ficar em liberdade 

Restantes arguidos da “Operação Teia” só conhecem medidas de coação segunda-feira. 

O ex-presidente do IPO do Porto teve de pagar uma caução de 20 mil euros, para poder ficar em liberdade. O Ministério Público quer que o autarca de Santo Tirso e a mulher fiquem em prisão preventiva. Já para o presidente da Câmara de Barcelos a medida pedida pelos procuradores é a prisão domiciliária.

A "Teia" centra-se nas autarquias de Santo Tirso e Barcelos bem como no Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto, relacionando-se com "viciação fraudulenta de procedimentos concursais e de ajuste direto", segundo um comunicado da Diretoria do Norte da Polícia Judiciária, o órgão de polícia criminal que apoia o Ministério Público nesta investigação.

Detidos pela Polícia Judiciária na quarta-feira, no âmbito desta operação, foram os presidentes das câmara de Barcelos, Miguel Costa Gomes, e de Santo Tirso, Joaquim Couto, o presidente do IPO/Porto, Laranja Pontes, e a empresária Manuela Couto, mulher de Joaquim Couto, administradora da W Global Communication, que já tinha sido constituída arguida em outubro, no âmbito da operação Éter, relacionada com o Turismo do Norte.