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Mantém-se o braço de ferro entre moradores do prédio Coutinho e a VianaPolis

Mantém-se o braço de ferro entre moradores do prédio Coutinho e a VianaPolis

Esta manhã os 9 moradores que continuam a resistir receberam garrafões de água. 

Ao sexto dia mantém-se o braço de ferro entre os moradores do prédio Coutinho, que permanecem dentro do edifício em Viana do Castelo, e a Viana Polis, mas o advogado garante que estão abertos ao diálogo.

Os moradores, sem água nem luz, receberam esta manhã água engarrafa. Os moradores estão há vários dias sem abastecimento de água e sem eletricidade.

A VianaPolis disponibilizou garrafões de sete litros de água aos nove moradores que ainda ocupam seis frações do prédio Coutinho, em Viana do Castelo, que desde segunda-feira se recusam a abandonar o edifício.


Os garrafões de água foram colocados na entrada de cada um dos dois blocos do edifício para que os respetivos moradores tivessem acesso a eles, de forma a garantir que tenham água para consumo próprio uma vez que o fornecimento foi cortado na segunda-feira.


Num dos blocos, há quatro frações habitadas por seis pessoas, e, no segundo bloco, duas frações habitadas por três pessoas.
O fornecimento de eletricidade e gás também já foi cortado, tendo a sociedade VianaPolis iniciado na quinta-feira os trabalhos de desconstrução das frações desocupadas no prédio.


O Edifício Jardim, localmente conhecido como prédio Coutinho, tem desconstrução prevista desde 2000, ao abrigo do programa Polis, mas a batalha judicial iniciada pelos moradores travou aquele projeto iniciado quando era António Guterres primeiro-ministro e José Sócrates ministro do Ambiente.


Para o local onde está instalado o edifício está prevista a construção do novo mercado municipal da cidade.

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