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Candidaturas ao ensino Superior arrancam com mais 8 vagas

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Conheça as datas e os requisitos necessários para se candidatar às universidades e politécnicos.

Começa esta quarta-feira o prazo de candidaturas à primeira fase do concurso nacional de acesso ao Ensino Superior público, com 51.568 vagas, mais oito do que no ano anterior.

Em 2019, os candidatos têm 1.087 cursos à disposição nas universidades e politécnicos públicos e a expectativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) é que o número de candidatos seja semelhante ao de 2018.

"Face aos resultados dos exames nacionais já realizados é expectável que o número de candidatos às vagas colocadas a concurso seja também semelhante face ao ano anterior", lê-se numa nota do MCTES.

Candidaturas até 6 de agosto

A primeira fase de candidaturas ao ensino superior arranca esta quarta-feira, 17 de julho, e decorre até 6 de agosto. A candidatura pode ser apresentada online, no site da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES). Para acesso ao sistema de candidatura, os candidatos podem utilizar a autenticação com o cartão de cidadão.

A DGES disponibilizou ainda o Guia da Candidatura para o ensino público, onde se pode encontrar todas as informações sobre a candidatura ao Ensino Superior, entre elas o regulamento, o calendário e as ofertas formativas. Consulte aqui o guia.

Caso pretenda ingressar no ensino privado, pode também consultar o documento com as provas de ingresso necessárias, bem como a lista de instituições e cursos disponíveis.

A segunda fase de candidaturas vai realizar-se entre 9 a de 20 setembro e a terceira fase vai de 3 a 7 de outubro.

Procura e oferta

Os cursos em que a procura em primeira opção por alunos com uma média de candidatura mais alta do que 17 valores em 2018 foi superior ao total de vagas que abriram estão obrigados a aumentar o número de vagas entre 5% a 15% para o ano letivo de 2019-2020, segundo uma decisão do MCTES, que deixou de fora os cursos de Medicina, que mantêm o 'numerus clausus' do ano passado.

A medida não significa mais vagas em todas as universidades e politécnicos, uma vez que as instituições têm de cortar 5% onde não houve nenhum candidato com média de 17 valores.

As instituições do litoral do país - exceto Lisboa e Porto - estão impedidas de aumentar o número total de vagas, o que poderá significar reajustes: ao aumentar num curso muito procurado, têm de cortar noutro com pouca procura.

Já nas instituições de menor pressão demográfica ou menor procura, situadas maioritariamente no interior do país, é dada a possibilidade de aumentar vagas em cursos considerados estratégicos para a especialização da instituição, num máximo de três cursos por instituição.

Em todas as regiões é recomendado o reforço da oferta em áreas que a tutela considera essenciais ao país na formação: competências digitais e ciências de dados.

Com Lusa