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Prisão preventiva para suspeitos de assalto e tentativa de homicídio na Lourinhã

Suspeitos vão aguardar julgamento em prisão preventiva, depois de presentes a tribunal.

Os dois suspeitos do assalto, seguido de tentativa de homicídio, violação e sequestro em 25 de agosto na Lourinhã, vão aguardar julgamento em prisão preventiva, depois de presentes a tribunal, disse hoje fonte da Polícia Judiciária.


"Os dois homens foram entregues às autoridades portuguesas e presentes na sexta-feira a primeiro interrogatório judicial, tendo ficado sujeitos à medida de coação de prisão preventiva", disse fonte da PJ à agência Lusa.


A PJ continua a investigar o caso.
Dois dias depois do crime, os dois suspeitos, de 21 e 40 anos, foram detidos em Espanha pela PJ, em articulação com a Guardia Civil espanhola.


Os dois detidos são portugueses e residentes na zona Oeste, "próximo do local onde ocorreram os crimes", disse fonte policial à agência Lusa.


O caso ocorreu em 25 de agosto no concelho da Lourinhã, no distrito de Lisboa.


A detenção ocorreu no âmbito do cumprimento de mandados de detenção europeus emitidos pela autoridade judiciária portuguesa.


As duas vítimas, tio e sobrinha, foram baleadas na sequência de um assalto a uma residência, na localidade do Sobral, no concelho da Lourinhã, no dia 25 de agosto.


Na ocasião, fonte da GNR explicou à Lusa que esta situação terá começado com um roubo, na residência do homem.


"Entraram e roubaram dinheiro, uma arma de fogo e uma viatura, na qual obrigaram as vítimas a entrar", descreveu.


Depois, as vítimas foram obrigadas a entrar na viatura de uma delas e foram transportadas para locais diferentes.


Ambas as vítimas foram encontradas na freguesia de São Bartolomeu dos Galegos, no mesmo concelho, o homem no meio de um eucaliptal e a mulher junto a uma capela, esclareceu fonte da GNR.


Ambos apresentavam ferimentos de balas e foram transportados para hospitais em Lisboa: a mulher para Santa Maria e o homem para São José.


A mulher encontrava-se de pés e mãos amarrados e foi vítima de violação.

Lusa