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Italiana que encontrou Eduardo Beauté morto conta pormenores: “Tentei reanimá-lo várias vezes”

O cabeleireiro sofreu uma embolia cerebral fulminante no passado dia 7 de setembro.

Eduardo Beauté

Eduardo Beauté

Daniela Nocera estava entre as quatro pessoas que encontraram Eduardo Beauté já sem vida, deitado na sua cama, no seu apartamento de Lisboa, na tarde do passado dia 7 de setembro. Com esta mulher estavam mais dois italianos e Alice, a governanta do cabeleireiro, chamada ao local justamente por este grupo de estrangeiros que não conseguia contactar Eduardo Beauté.

Numa fase inicial, e depois do INEM confirmar a morte do hairstylist, a Polícia Judiciária foi também chamada ao apartamento para identificar todos os presentes que, sabe-se agora, eram os novos sócios de Beauté, que planeavam a abertura de um salão na capital portuguesa, pelo qual este ficaria responsável.

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"Estive aqui com ele na sexta-feira (dia 6) e ele estava superfeliz. Planeámos tudo". (Saiba mais)

Daniela Nocera conta que as várias tentativas de contacto infrutíferas a deixaram preocupada e, por isso, pediu ao marido que fosse bater à porta de Eduardo Beauté. Como continuaram sem resposta, contactaram a empregada, que tinha uma chave do apartamento e abriu a porta. “Vimos o Eduardo em cima da cama. Ainda tentei reanimá-lo várias vezes, de todas as formas. Nunca, nem por uma fração de segundo, pensei que ele estivesse morto ou que tivesse acabado voluntariamente com a sua vida”, concluiu a mulher.

O cabeleireiro tinha 52 anos e deixa três filhos: Bernardo, de nove anos, Lurdes, de sete, e Eduardo, de quatro.

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