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Professora cuja filha tem paralisia cerebral vê recusada candidatura à mobilidade interna

Professora cuja filha tem paralisia cerebral vê recusada candidatura à mobilidade interna

Há quatro meses recorreu da decisão, mas até agora ainda não obteve nenhuma resposta.

Uma professora de filosofia, cuja filha sofre de paralisia cerebral e epilepsia e precisa de cuidados permanentes, viu recusada a candidatura à mobilidade interna do Ministério da Educação por falta do comprovativo de residência.

Mora em Lisboa e todos os dias é obrigada a afastar-se da filha para poder dar aulas em Alcochete, onde foi agora colocada.