A comunidade escolar juntou-se em mais um protesto contra a presença de amianto no recinto. Diz que os materiais que contêm amianto estão cada vez mais degradados, pondo em causa a saúde de alunos, professores e funcionários.
A escola do Seixal já foi sinalizada pela Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares como escola de intervenção prioritária mas ainda não foi agendada uma data para as obras de remoção do material considerado perigoso.
A comunidade escolar exige uma resposta urgente do Ministério da Educação.