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Mais 350 vagas no pré-escolar em 12 escolas públicas de Lisboa no próximo ano letivo

Assim, no ano letivo 2020/2021 passarão a existir 4.837 vagas no pré-escolar da rede pública de Lisboa.

No próximo ano letivo vão abrir 350 novas vagas no pré-escolar em 12 escolas públicas da cidade de Lisboa, que se juntam aos 4.887 lugares já existentes, anunciou hoje a autarquia.

Assim, no ano letivo 2020/2021 passarão a existir 5.237 vagas no pré-escolar da rede pública de Lisboa, o que representa um aumento de 7% relativamente ao atual ano letivo.

"É um orgulho poder inaugurar 350 novas vagas no pré-escolar na cidade de Lisboa, em especial neste período tão difícil para tantos", disse à Lusa o vereador responsável pelos pelouros da Educação e Ação Social da Câmara Municipal de Lisboa, Manuel Grilo (BE, partido que tem um acordo de governação da cidade com o PS).

O reforço das vagas, referiu o autarca, "faz-se com toda a comunidade escolar, aproveitando toda a boa vontade dos funcionários e os espaços disponíveis em cada equipamento".

Ainda segundo Manuel Grilo, este ano, pela primeira vez, o guia informativo sobre a rede pública de pré-escolar e 1.º ciclo de Lisboa é bilingue, estando disponível em português e inglês, "espelhando a interculturalidade" da cidade.

As novas 350 vagas no pré-escolar vão ser distribuídas por 12 estabelecimentos de ensino: escolas básicas Professor Agostinho da Silva, dos Loios, Adriano Correia de Oliveira, Infante Dom Henrique, Convento do Desagravo, Mestre Querubim Lapa, Arquitecto Vitor Pala, Bairro São Miguel, Professor Manuel Sérgio e dos Moinhos do Restelo, e nos jardins de infância Alexandre Rodrigues Ferreira e de Belém.

As matrículas para o pré-escolar (crianças entre os 3 e os 6 anos) e para o 1.º ano de escolaridade abriram na segunda-feira e decorrem até 30 de junho.

Segundo informações disponíveis no 'site' da Câmara Municipal de Lisboa, o pedido de matrícula deve ser preferencialmente apresentado pela Internet, no portal das matrículas, com recurso à autenticação através de cartão de cidadão, chave móvel digital ou credenciais de acesso ao Portal das Finanças.

Caso os encarregados de educação não consigam realizar o pedido de matrícula por essa via, poderão apresentá-lo de forma presencial na escola sede do agrupamento de escolas da área de residência.