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Confissões minoritárias querem reabrir locais de culto, mas ainda não têm respostas do Governo e DGS

As confissões religiosas minoritárias queixam-se de tratamento desigual perante a Igreja Católica.

Em diálogo com a DGS, a Igreja Católica elaborou já orientações para a reabertura a celebrações comunitárias. As confissões religiosas minoritárias estão a fazer o mesmo mas queixam-se de tratamento desigual.

O que fazer para os fiéis voltarem a frequentar os locais de culto em segurança? Para quando o regresso das celebrações religiosas? São algumas das perguntas que ainda não têm resposta.

Por exemplo, a Aliança Evangélica, que representa cerca de 700 igrejas em Portugal e mais de 200 mil fiéis, já tem um documento elaborado com algumas normas, como o afastamento social ou a higienização das mãos, mas falta o parecer das autoridades competentes.

A comunidade Hindu foi das primeiras a fechar os templos a 16 de março. As duas orações diárias passaram a ser realizadas em casa. Mas milhares de hindus esperam o regresso às orações comunitárias.

Pela primeira vez, as portas das mesquitas estão fechadas durante o Ramadão, um dos períodos mais importantes para os muçulmanos. O imã da mesquita de Lisboa está à espera de um parecer das autoridades portuguesas para retomar as orações em grupo.

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