País

Viver paredes meias com um aterro

Viver paredes meias com um aterro

João Pedro Tiago

João Pedro Tiago

Repórter de Imagem

Vítor Moreira

Vítor Moreira

Editor de Imagem

Francisco Carvalho

Francisco Carvalho

Editor de Imagem

Mais de 7.000 pessoas sofrem com a atividade do aterro de Sobrado em Valongo.

A série aterro do Sobrado tem já varias temporadas, o primeiro episodio foi em meados de 2012 quando começou a funcionar o Aterro da Recivalongo.

A origem de grande parte dos resíduos é desconhecida. Os habitantes da vila de Sobrado pedem, há vários anos, o encerramento do aterro.

Às pragas de mosquitos junta-se o cheiro nauseabundo... e agora, o depósito de grandes quantidades de amianto que está a ser retirado das escolas nacionais.

Os habitantes estão preocupados e apresentaram queixas a Rui Rio, presidente do PSD, que visitou as imediações do Aterro e que exigiu que haja tratamento adequado para o amianto.

A Recivalongo, proprietaria do aterro, garante que os resíduos que recebe chegam devidamente embalados e são depositados conforme orientações.

Já o Ministério do Ambiente fez saber que foi realizada uma inspeção de caráter extraordinário às condições de operação do aterro para resíduos não perigosos e que estão a aguardar pelos resultados e que está a ser preparada uma alteração à legislação.

Ainda assim, muito pouco para os habitantes.

A Associação Jornada Principal que representa os Sobranenses, vai interpôr uma ação contra a Autarquia de Valongo por atentado ao ambiente e à saúde pública.