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Marcelo espera respostas para minimizar danos em Castelo de Paiva

Marcelo espera respostas para minimizar danos em Castelo de Paiva

José Vaio

José Vaio

Repórter de Imagem

O incêndio, que destruiu várias empresas do complexo industrial de Castelo de Paiva, provocou prejuízos que podem ultrapassar os 20 milhões de euros.

O Presidente da República está a acompanhar a situação em Castelo de Paiva, no distrito de Aveiro, depois de um incêndio ter provocado estragos significativos no complexo industrial da região.

Numa nota publicada no site da presidência, lê-se que "o chefe do Estado tem estado em contacto com o presidente da Câmara Municipal e com o comandante dos Bombeiros de Castelo de Paiva, manifestando solidariedade a toda a população, empresários e trabalhadores, desejando que sejam, o mais rapidamente possível, encontradas respostas para minimizar os danos ocorridos e garantir os rendimentos".

O incêndio, que destruiu várias empresas do complexo industrial de Castelo de Paiva, provocou prejuízos que podem ultrapassar os 20 milhões de euros.

Praticamente todas as estruturas e materiais de produção foram destruídos, o que pode agora colocar em risco cerca de 500 postos de trabalho.

Zona industrial representa "25% da mão de obra ativa do concelho, é um rude golpe"

Os secretários de Estado do Trabalho e da Economia deslocaram-se ao concelho. O autarca de Castelo de Paiva, que recebeu durante a manhã desta terça-feira os dois governantes, promete respostas para fazer face a prejuízos que coloca para lá dos 20 milhões de euros.

Empresários e trabalhadores quiseram ir ver no local o volume dos estragos. À hora a que as máquinas começavam a funcionar, os trabalhores foram ver o que ficou depois do fogo.

500 postos de trabalho em risco

O incêndio que deflagrou na segunda-feira à tarde na Zona Industrial de Castelo de Paiva provocou danos avultados em oito empresas, de vários setores de atividade, adiantou esta terça-feira fonte dos bombeiros, que sublinhou a inexistência de feridos.

Segundo a fonte, os meios dos bombeiros ainda permanecem no local em operações de rescaldo, depois de várias horas de combate ao fogo que afetou uma zona conhecida como Centro de Apoio à Criação de Empresas (CACE) do Vale do Sousa.

Os bombeiros conseguiram salvar dois pavilhões, mas os trabalhadores das fábricas que arderam estão muito apreensivos, cerca de 500 pessoas têm os postos de trabalho em risco.