País

Escritores de Língua Portuguesa assinam carta aberta contra o racismo  

MIGUEL A. LOPES

Os subscritores desta carta apelam para que a sociedade civil se distancie de projetos e movimentos antidemocráticos.

Cerca de 150 escritores de Língua Portuguesa assinaram uma carta aberta contra o racismo, a xenofobia e o populismo em Portugal.

No documento que vai ser tornado público esta terça-feira, nomes como Chico Buarque, Mia Couto, Sérgio Godinho, ou ainda a Fundação José Saramago repudiam o que consideram ser uma escalada do racismo, do populismo e da homofobia em Portugal.

Os subscritores desta carta aberta apelam ainda para que a sociedade civil se distancie de projetos e movimentos antidemocráticos, defendidos pela extrema-direita. Pedem ainda que a polícia e a justiça não deixem passar impunes atos de intolerância e ódio.

No documento, é lançado um alerta à comunicação social, aos partidos políticos e aos órgãos de soberania para que lutem pelos valores da constituição e contra o fascismo.

Uma das subscritoras, Ana Margarida Carvalho, diz que a extrema-direita não deve contar com os escritores que defendem o humanismo.

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