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Veja aqui se entrou no Ensino Superior

Já são conhecidos os resultados da 1ª fase. Saiba se entrou no Ensino Superior ou, se pretende candidatar-se na segunda fase, quais são as universidades que têm mais vagas e aquelas que já não têm vagas.

As instituições de ensino superior têm mais de seis mil vagas para os alunos que queiram concorrer à 2.º fase do Concurso Nacional de Acesso, mas existem quatro instituições já sem qualquer vaga.

Estes são alguns dos dados divulgados hoje pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), dia em que são conhecidos os resultados da 1.º fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior.

Nesta 1.º fase concorreram mais de 62 mil alunos e quase 51 mil já têm um lugar garantido numa instituição de ensino superior.

Na segunda-feira arranca a 2.º fase do concurso e as instituições têm, pelo menos, 6.050 vagas para os estudantes, ou seja, metade do número de alunos que ficou de fora na 1.º fase.

Os resultados da primeira fase do concurso estão disponíveis AQUI.

Pode ver AQUI a tabela com os últimos classificados

Onde já não há vagas para a segunda fase

Mas nem todas as instituições têm vagas: O ISCTE -- Instituto Universitário de Lisboa, por exemplo, volta a repetir a situação do ano passado, tendo preenchido todos os 1.338 lugares que disponibilizou.

Também não sobraram vagas nas escolas superiores de Enfermagem de Coimbra, Lisboa e do Porto, segundo os dados da DGES.

A Universidade Nova de Lisboa também surge como uma das escolas mais procuradas, tendo ficado apenas com uma das quase três mil vagas que disponibilizou para esta fase.

No ano passado, a Nova surgiu ao lado do ISCTE como as duas instituições cuja procura por parte dos alunos fez com que não sobrassem vagas.

Quais as universidades com mais vagas disponíveis

Já em sentido inverso, a instituição com menos vagas preenchidas nesta 1.º fase é o Instituto Politécnico de Bragança: Das 2.160 vagas disponibilizadas foram ocupadas 1.029, ou seja, cerca de metade.

Também nesta lista surgem o Instituto Politécnico da Guarda que tem 512 vagas sobrantes, o Politécnico de Viseu com 484 lugares, o de Castelo Branco que tem 400 e o de Viana do Castelo com 375 vagas.

Mais alunos concorreram na primeira fase

Este ano concorreram muito mais alunos na 1.º fase (aumento de 15% em relação ao ano passado) e cerca de 12 mil não conseguiram colocação.

Das 56.121 vagas que estavam disponíveis, sobraram 6.050 vagas para a 2.ª fase do concurso, representando uma diminuição de 10% em relação à mesma fase do concurso de 2019.

No ano passado, na 2.º fase havia 6.734 lugares e, em 2015, o número foi ainda mais elevado, com 8.714 vagas disponíveis para os estudantes que concorreram na 2.º fase.

Apesar destes números, as instituições podem aumentar o número de vagas através da transferência de vagas fixadas e não ocupadas nos concursos especiais de acesso e ingresso no ensino superior, caso se venham a verificar novas vagas não preenchidas em concursos especiais nas instituições de ensino superior até ao início de outubro, sublinha o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Entre segunda-feira, 28 de setembro, e 9 de outubro decorre a apresentação das candidaturas à 2.ª fase do concurso nacional de acesso para o ano letivo de 2020/2021.

Há quatro cursos com média acima de 19 e nenhum é de Medicina

Quatro em cada cinco estudantes que se candidataram ao Ensino Superior entraram na primeira fase. Este ano, há quatro cursos em que a média ultrapassa os 19 valores.

19,13 valores é a média mais alta de acesso ao Ensino Superior e é partilhada por três cursos: foi a nota do último dos 93 colocados no curso de Engenharia e Gestão Industrial, na Universidade do Porto, do último dos 120 novos alunos de Engenharia Aeroespacial e do último a entrar em Engenharia Física Tecnológica, ambos no Técnico, em Lisboa.

O quarto curso com média mais alta é Bioengenharia, no Porto, com 19,1 valores.

Estudantes com deficiência aumentam mas são só 312

As instituições de ensino superior recebem cada vez mais estudantes com deficiência, segundo dados da Direção-Geral do Ensino Superior, que revelam um aumento de 39% em relação ao ano passado, mas que se traduz em apenas 312 caloiros.

Este novo ano letivo que agora se inicia conta com 312 novos estudantes que conseguiram um lugar numa instituição de ensino superior através do contingente especial para estudantes com deficiência.

Para os candidatos com deficiência existe um contingente especial com vagas fixadas. Este ano entram 312 alunos, um número que pode parecer baixo tendo em conta o universo de quase 51 mil estudantes que agora entram para o ensino superior através da 1.º fase do concurso.

No entanto, representa um aumento de 39% face aos valores registados no ano passado, altura em que 224 alunos conseguiram uma vaga, segundo os dados divulgados hoje pela Direção-Geral do Ensino Superior.

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