País

Chefes dos guardas prisionais avançam com greve ao trabalho suplementar

Vítor Moreira

Vítor Moreira

Editor de Imagem

Em causa, está a falta de resposta do governo a reinvindicações antigas.

Pela primeira vez, os chefes dos guardas prisionais avançam com a paralisação. A partir de 16 de novembro e por tempo indeterminado, fazem greve ao trabalho suplementar.

Para o próximo dia 30, ao meio dia, está agendada uma vigília em frente ao Ministério das Finanças. As formas de luta foram decididas após reunião, na sexta-feira, no Ministério da Justiça, onde foram recebidos pelo chefe de gabinete e não pelo Secretário de Estado.

Uma das reivindicações da Associação Sindical de Chefias do Corpo da Polícia tem a ver com uma incongruência nos estatutos remuneratórios.

Os chefes prisionais querem ainda que seja revista a portaria do sistema de avaliação e que avance o concurso para formação de mais guardas prisionais.

A ASCCP diz que faltam 1.200 profissionais das diversas categorias nas 49 cadeias do país.