País

"Não é claro que o Conselho Nacional do Chega estivesse efetivamente marcado" 

Ana Geraldes

Ana Geraldes

Jornalista

Rafael Homem

Rafael Homem

Repórter de Imagem

CDS apela aos partidos que deem o exemplo e adiem reuniões.

Francisco Rodrigues dos Santos quis fazer aquilo que entende que António Costa tinha a obrigação de ter feito: um apelo ao PCP para que não realize o Congresso no próximo fim-de-semana.

Para o líder do CDS, o primeiro-ministro não pode refugiar-se na lei porque se trata de uma questão "que é política" e "desviar as atenções" é, para Francisco Rodrigues dos Santos, "cair numa esparrela de um Governo que não é capaz de exigir ao PCP aquilo que exige a todos os portugueses".

Francisco Rodrigues dos Santos entende que é uma questão de bom senso: "o apelo que faço a todos os partidos políticos é que estejam à altura do momento que o país atravessa e deem sinais de credibilização e dignidade", cancelando ou adiando os eventos previstos para esta altura.

Mas quando questionado se o Chega esteve bem ao adiar o Conselho Nacional do próximo sábado, Francisco Rodrigues dos Santos não se comprometeu: "tem que perguntar ao André Ventura, até porque não é claro que esse Conselho Nacional estivesse efetivamente marcado".

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