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País de olhos postos no congresso do PCP

Para ver se são cumpridas as regras de segurança.

O congresso do PCP tem menos delegados do que há quatro anos e várias restrições sanitárias por causa da pandemia da Covid-19. Nos discursos, vários dirigentes comunistas saíram em defesa da realização do evento que acontece durante o Estado de Emergência.

Bernardino Soares, que também é presidente da Câmara de Loures, disse que o único vírus que ali se vai propagar é o da luta por um futuro melhor.

No total, serão 600 os delegados que, desta vez, e por causa da epidemia, terão apenas cadeiras para se sentar, sem mesas, de forma a manter a distância de segurança entre si, e que vão também espalhar-se pelas bancadas. E não haverá delegações estrangeiras convidadas.

Apesar de ser organizado segundo regras da Direção-Geral da Saúde (DGS), o congresso está a ser polémica e criticado por dirigentes partidários, especialmente do PSD e do CDS.

Este é o primeiro congresso partidário que acontece durante um Estado de Emergência no país em Democracia.