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88% dos professores ponderam fazer greve no dia 11 de dezembro

Fenprof convocou a paralisação.

Está marcada para a próxima sexta feira, dia 11, uma greve nacional dos professores. A paralisação foi convocada pela Fenprof e abrange educadores de infâncias e docentes do ensino básico e secundário, seja em aulas presenciais ou ensino à distância.

No próximo dia 11, "todos os docentes, independentemente do serviço que lhes esteja atribuído, ser letivo ou não letivo e ocorra em regime presencial ou a distância", podem aderir à greve, refere a federação em comunicado.

A Fenprof quer por isso voltar a sentar-se com o Ministério para resolver problemas que afetam a comunidade escolar, tais como criar condições nas escolas que minimizem o risco de infeção por covid-19.

A alteração dos requisitos da aposentação, a aprovação de um regime de pré-reforma a que os professores adiram, a eliminação de abusos e ilegalidades nos horários de trabalho, melhorar as condições de trabalho e recompor a carreira docente contando todo o tempo de serviço são algumas das exigências dos professores.

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    Chamam-lhes “funcionários” porque funcionam. A expressão até parece sugerir que eles são os únicos que “funcionam”, dentro de uma escola. Acalmem-se os tolos. Significa apenas que os “assistentes operacionais”, ou “auxiliares de ação educativa”, títulos mais pomposos do que “contínuos” – expressão que estimo muito - são pau para toda a colher.

    Opinião

    Rui Correia