País

Ministério Público investiga novas suspeitas de agressões nos comandos

Num caso "um formador terá apertado o pescoço de um soldado com um cinto de cabedal até o militar desmaiar e ter de ser levado de ambulância".

O Ministério Público está a investigar novas suspeitas de agressões a recrutas em cursos de Comandos, que terão ocorrido antes de 2016, ano em que morreram dois militares.

Foi durante a fase de inquérito do processo que investiga as mortes de Hugo Abreu e Dylan da Silva, que ex-instruendos terão levantado suspeitas de crime noutras formações de comandos. Em causa, os cursos 123 e 125 de 2014 e 2015. A ser verdade, os crimes terão ocorrido antes da formação em Alcochete que levou à morte dos dois jovens de 20 anos.

Neste dois cursos, agora na mira da Justiça, 18 recrutas foram hospitalizados, a maioria em estado grave. De acordo com o processo, consultado pelo jornal Público, houve quem tivesse ficado internado dois meses, muitos nos cuidados intensivos.

  • A árdua experiência com a sustentabilidade 

    Mundo

    E se alguém lhe dissesse que passaria a viver num quarto, com eletricidade apenas para pequenos utensílios domésticos, sem aquecimento central, ar condicionado ou água quente. Teria apenas três conjuntos de roupa, sem máquina de lavar ou secar, faria dieta local sem produtos de origem animal e não andaria de automóvel nem de avião?

    Opinião

    João Abegão