País

Trabalhadores da Super Bock e do Porto de Leixões em protesto

Contra a precariedade.

Dezenas de trabalhadores da Super Bock protestaram na manhã desta quinta-feira contra a dispensa de trabalhadores precários. Acusam a empresa de não está a cumprir os acordos de integração destes funcionários.

Já os trabalhadores que fazem a vigilância e segurança no Porto de Leixões estão em luta pelo direito à antiguidade. Exigem ser integrados na empresa que ganhou a concessão do serviço.

É a incerteza perante o futuro que traz estes trabalhadores para a rua. São funcionários da Prosegur, mas desde que a Ronsegur ganhou a concessão da vigilância e segurança dos Portos de Leixões e Viana do Castelo, temem perder direitos com a entrada no novo ano.

A Ronsegur diz que está disponível para integrar 99 colaboradores dos Portos de Leixões e Viana do Castelo, respeitando a antiguidade, mas diz que a Prosegur ainda não enviou a documentação necessária.

O sindicato exige que se cumpra a lei, mas a empresa entende que a transmissão de estabelecimento não se aplica ao setor da segurança privada.

Está marcada uma reunião no Ministério do Trabalho, no dia 21, que vai sentar à mesa todas as partes.

Para 16 trabalhadores precários da Super Bock já não há dúvidas. No início de dezembro foram informados de que não seriam integrados na empresa, ao contrário do que estava acordado.

O Grupo Super Bock justifica a decisão com a crise pandémica que obrigou a reajustes na estrutura da empresa.

O sindicato não aceita os argumentos e avançou com uma greve de 24 horas.

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  • O cartão amarelo que não se percebe 

    Opinião

    Despir a camisola aquando da celebração de um golo é proibido pelas leis de jogo. Penso que toda a gente sabe disso. Aliás, basta apenas que um qualquer jogador cubra a cabeça usando essa peça de equipamento para ser sancionado.

    Duarte Gomes